segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
minha verdade
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
sweet november
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
This is it
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Segundo domingo de outubro

Foto de Alessandra Serrão www.flickr.com/photos/alessandraserrao/

Foto de: Luís Lopes www.flickr.com/photos/luis_lopes/
O primeiro círio de Nossa Senhora de Nazaré, a procissão que homenageia a Virgem de Nazaré em Belém, aconteceu pela primeira vez em 8 de setembro de 1793 e hoje é a maior festa religiosa do mundo.
A procissão tornou-se um símbolo da cultura Paraense, símbolo de orgulho, fé, devoção e esperança. É impossível andar por Belém no mês de outubro e não perceber o ar festivo na cidade, para isso, basta olhar pela janela. A arquibancada na Avenida Presidente Vargas já está montada, o palco ao lado do Hilton Hotel está pronto, as tradicionais estruturas de telões e réplicas da virgem espalhadas pelo percurso da santa, já estão a sua espera e vão, pouco a pouco modificando a cara da cidade. As flores enfeitam as janelas e vitrines para receber e glorificar a padroeira dos paraenses. Todo mundo se prepara para admirar o círio!
Alguns acompanham a procissão na corda (atrelada à berlinda de Nossa Senhora de Nazaré, é o elo de ligação entre os fiéis) para cumprir suas promessas, ou fazer pedidos, e tem aqueles que acompanham por tradição, fé, agradecimento, para cumprir seu papel de filhos e permitir que mais uma vez o destino de nossa Mãe seja alcançado e nossa devoção seja demonstrada para ela, o motivo de toda a luta e esforço. O sentimento presente na cidade durante esse período não move apenas os pés dos romeiros no trajeto de mais de 3 kilômetros, move multidões de devotos que submetem-se a esse sacrifício, porque é dele de onde tiramos força e doçura para continuar vivendo.
A Festa do Círio se expande além da manhã do segundo domingo de outubro, os vendedores das tradicionais fitinhas de Nossa Senhora de Nazaré já estão visíveis na cidade desde o mês de setembro. Começam as compras do almoço de domingo e é claro, vai ter um cardápio tradicionalmente paraense com maniçoba e pato no tucupi, as famílias preparam-se para se reunir na casa de algum parente que more no percurso da procissão, afinal, quem não deseja estender sua mão à berlinda, fechar os olhos e ter uma conversa com a Virgem? Os brinquedos de miriti, outra carcaterística forte da época também já podem ser encontrados a venda pelas ruas de Belém, eles são na maioria em forma de casas e representam uma graça alcançada ou um pedido a ser feito, os romeiros carregam nos ombros durante a procissão como símbolo do motivo de estar ali. Além de casas, os brinquedos aparecem também em forma de partes do corpo humano como pernas, braços e pés.
O Círio de Nossa Senhora de Nazaré, apesar da sua fama, de toda a repercussão, da enorme cobertura jornalística, dos tezentos mil (em média) de turistas que chegam à cidade, e com todas as infidáveis características que o compõe e ajudam a descrevê-lo, ainda assim, é impossível fazê-lo.
Observar uma manifestação religiosa como essa vai muito além das normas e costumes da religião, é uma manifestação individual de devoção, é um calor no peito de cada pessoa presente na avenida. Como dizem, é o ''Natal dos Paraenses'', é orgulho nosso.
Qual o sentimento capaz de ser descrito em palavras? Crescemos nessa tradição, vivenciamos desde crianças a demonstração de carinho de um povo por uma santidade. Essa homenagem, vai muito além da imagem trazida na berlinda, ela é uma representação íntima e diferente para cada coração, carrega pedidos de perdão, ajuda e solução, tráz consigo histórias de agradecimento, gratidão. O percursso, a procissão, as mãos estendidas, os fogos, as flores, as músicas, o fato de ser a época em que mais vende-se velas na cidade, todo o envolvente mundo do segundo domingo de outubro em Belém do Pará, é magicamente complicado de ser desvendado e por outro lado facilmente descrito em duas letras: FÉ.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
The best day
E o domingo, domingo mesmo, foi ainda melhor. Não precisava voltar pra casa, não precisava olhar pro relógio, a única coisa que acontecia no mundo era nós dois.
A manhã foi cheia de fortes emoções e alguns medos, mas que no final tudo saiu como o planejado, e as coisas resolveram-se daquele jeito familiar e perfeito que tudo se resolve pra nós dois, como se todo o universo conspirasse, torcesse por nós. E assim, permanecemos.
Durante essas 36 horas de proximidade máxima eu não fui capaz de lembrar que existia um mundo todo lá fora. Simplesmente eu não poderia estar melhor ou em um lugar mais certo. Nada, nada mesmo me atrairia mais. Badalação, praia, Sol, festas, música, pessoas, NADA. Eu estava completa.
E é desse jeito que volto pra casa. Adicionando na memória mais um bocado de felicidade pra nossa história.
But I know I'm laughing on the car
ride home with you
But I know I had the best day
With you today
Taylor Swift - The Best Day